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Romãzeira

Punica granatum L.

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Granada
Parte utilizada

Cascas da raiz e, ocasionalmente, do tronco e dos frutos. Também se utiliza o sumo do fruto.

Indicação

Antigamente era utilizada a casca da raiz cozida como tenífugo, acompanhada de um purgante para provocar a expulsão da ténia. Atualmente está em desuso na terapêutica humana, utilizando-se apenas na terapêutica veterinária.

Popularmente, a polpa dos frutos foi utilizada para fazer o xarope de groselha destinado a combater as inflamações da garganta. Além disso, pelo seu importante conteúdo em taninos em toda a planta, foi utilizada como adstringente e antidiarreico.

Por ser um poderoso antioxidante.

Propriedades

A casca da raiz e do tronco têm propriedades anti-helmínticas, sobretudo contra as ténias. A casca dos frutos é antibacteriana e adstringente, ao passo que os frutos têm propriedades antioxidantes devido aos seus taninos hidrolisáveis.

Alguns componentes do seu extrato demonstraram atividade antibacteriana e antifúngica.
O sumo obtido tanto dos arilos das sementes como do fruto interior demonstrou uma forte atividade antioxidante. Os polifenóis do sumo de romã inibem a oxidação das lipoproteínas de baixo peso molecular (LDL, conhecido popularmente como “colesterol mau”).

A experimentação animal permitiu saber que o sumo reduz a peroxidação lipídica em macrófagos, a acumulação de colesterol celular e o desenvolvimento da aterosclerose, efeitos atribuídos à sua ação inibidora do stress oxidativo.